terça-feira, 20 de setembro de 2011

Rapala - Clássicos vs Novidades

Qualquer pescador de artificiais conhece a marca, em algumas situações gosto de usar algumas destas amostras principalmente em Rio.

A opinião que tenho é que a marca em si não soube inovar, esteve durante muito tempo ligada á tradição e muitas as outras marcas superaram-na, poderia ter evoluído mais a nivel de oferta como fez com os velhos clássicos, basta ver a oferta para mar que é quase nula, existem Maxrap e X-Rap Salt Water em vários tamanhos, em várias cores mas para mar pouco mais há que esses modelo.


Os clackin foi uma das poucas excepções que a Rapala fez em relação a inovação, o conceito é engraçado apesar de nunca o ter experimentado.



Este tópico não se prende com a pouca variedade mas sim com a diferença entre as "novas" amostras de rio, o conceito X-Rap vs as Tradicionais amostras de balsa .


X-Rap - Pontes fortes para mim é a sua pintura, gosto do trabalhar principalmente das X-Rap e X-Rap Deep, no entanto pouco mais há.
Os brilhos são também interessantes e saltão muito mais á vista do que nas tradicionais

Amostras Tradicionais em Balsa Rapala - Aqui sim, existem montes de diferentes amostras, embora as X-Rap tenham um trabalhar errático na minha opinião não batem as velhinhas Original Floater e muito menos as Countdown que em velocidades muito lentas conseguem trabalhar, mesmo quase parados e se aceleramos o trabalhar continua excelente.


Confesso que muitos destes clássicos já não pesco com eles, não porque não tenha confiança neles antes pelo contrário mas porque os quero guardar como recordação dos primórdios da pesca com amostras.

Alguém conhece isto?


Muitas alegrias deu a tantos nós no tempo em que ninguém sabia o que eram olhos 3D, ou transferências de peso... e mesmo assim o que elas facturaram por esses rios fora.

Na vossa opinião deveria a Rapala manter-se fiel á tradição e manter os clássicos ou evoluir e retirar os modelos anteriores apostando mais na inovação?

A minha opinião é simples, prefiro que evoluam pouco ou nada ano após ano do que ter todos os anos plástico e mais plástico, afinal de contas as modificações não são assim tantas entre as diferentes marcas e estes clássicos deixam uma nostalgia lembrando tempos idos na beira de uma ribeira Alentejana...

Rapala continua com os plásticos que eu continuo a comprar mesmo que não sejam utilizadas pela nova geração de pescadores de amostras, a eles devemos muito.

2 comentários:

  1. João, como sabes tenho uma pequena coleção de amostras antigas da Rapala. Daquelas em balsa com uma miríade de cores impressionante. São amostras em que tenho grande carinho e muita fé. Não foram já poucas as vezes em que safaram a pescaria, tirando peixe onde outras mais modernas não apresentaram serviço.
    Claro que prezo a Rapala ter vindo a lançar umas novas amostras mais ao estilo japonês mas advogo a ideia de que deveriam concentrar-se a desenvolver os modelos mais antigos, dotando-os de maior capacidade de lançamento, por exemplo, mas sem descurar a imagem mítica das Rapala originais.
    Portanto Rapala continua a ser Rapala!

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  2. É verdade Joaquim,

    As antigas dão cartas e de que maneira, o trabalhar bate a maior parte das novas e não é por ser antigas que o peixe deixou de gostar delas, afinal o peixe vai sempre comer peixe e se bem que algumas inovações na pesca com artificiais são bem vindas outras não passam de mais do mesmo e em balsa a Rapala dá cartas

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